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sábado, 3 de maio de 2014

Mendes ou a importância do umbigo



O Mendes foi adoptado há mais de um ano. Por pessoas irresponsáveis, sabe-se agora. Inimputaveis, que não sabem o que fazer quando deixam fugir o seu gato, o Mendes. Não sabem ou não se interessaram. Nem sabem cumprir as condições do Termo de Responsabilidade. Nem estão preocupados com o gato, só estavam preocupados com o seu próprio sofrimento. Que nem era muito, afinal o desagradável foi terem que assumir que o Mendes tinha fugido, quando eu perguntei como ele estava. Afinal mesmo, a doença bipolar da Tita Vaz Pinto  não é o seu principal problema, o seu umbigo é que tem o tamanho do mundo e não a deixa ver mais nada. E o resto da família é cúmplice. Que falta de julgamento entregar um ser vivo nas mãos desta família.

O Mendes perdeu-se em São Domingos de Benfica. Isto a acreditar que, além de inimputavel, a Tita não é mentirosa e isso talvez já seja crer no Pai Natal.



domingo, 5 de maio de 2013

À procura do Brás :(


O Brás foi adoptado no fim do ano de 2011. Parecia tudo bem até sabermos que o Brás fugiu de casa e a dona não tentou recuperá-lo (‘anda ali no meio dos outros gatos [de rua]’). Para que serve dar em adopção um gato a pessoas sem responsabilidade e sem remorsos, acreditando que essa adopção não trará no futuro o abandono do animal, que o abandono será uma coisa do passado? Por muito que se tente avaliar o potencial adoptante, por muitas condições estabelecidas no Termo de Responsabilidade com as quais o adoptante concorda, as acções e as omissões futuras de cada adoptante não são passíveis de controlo e de responsabilização a não ser que o próprio queira. Os animais são coisas e não há lei que identifique e penalize donos negligentes.

E à procura do Brás encontrei já outros 2 gatos pretos. Um, bem instalado na vida. 


Outro em cima do telhado de um prédio de 5 andares, ao qual não faço ideia como chegar. E do Brás, nada :(

quinta-feira, 1 de março de 2012

Centeio - procurou-se e encontrou-se :)

Depois da saga para encontrar a gata em fuga de uma amiga, seguiu-se uma epopeia para encontrar o grande Centeio, que se escapou por uma janela que não devia estar aberta. Dias e dias sem nenhum sinal, com pistas que não levavam a lado nenhum a não ser a encontrar mais gatos de rua a precisar de ajuda.


E ao fim de 10 dias, o Centeio volta para a casa de onde fugiu. Maltratado pela vida dura que terá levado nos quintais onde terá estado escondido todo este tempo. Voltou mais meiguinho, tal o susto que terá passado.
Sê bem-vindo, Centeio!

sábado, 7 de junho de 2008

O Quico fugiu

O Quico, o gatarrão que tinha sido adoptado há menos de 2 semanas, fugiu de casa da dona. Não conhece o sítio, pode estar em qualquer lado. Fomos procurá-lo ontem ao fim do dia, nada. A dona, ou suposta dona, não está preocupada. E nós a pensarmos que lhe dávamos uma vida melhor :(

Quico na UZ #02

Onde andas, Quico?

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