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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Clarinha Linguiça ou a história de uma gata comunitária

Há uns meses largos, a L. pediu-me ajuda para capturar uma gata preta que estava em mau estado. Pensámos que seria a Engrácia, que tinha desaparecido. Não era, a Engrácia desapareceu mesmo, andava muito fanhosa das últimas vezes que a vi e não tomava o antibiótico que eu lhe tentei dar :’(

Quem era então a gata preta em mau estado? Depois de capturada, veio-se a descobrir que era uma gata recolocada naquela colónia há 3 anos, vinda de um local de onde tinha sido retirada a pedido da S. A Pêta do Relógio estava com uma gengivite brutal e ficou internada para tratamento. A S. foi acompanhando a situação da gatita, ao longo das 2 cirurgias para extracção de dentes e FATs várias, depois da alta. A Pêta nunca esteve bem, não comia a não ser medicada e um outro vet fez-lhe o diagnóstico de tumor na boca. Foi para casa da I. passar os seus últimos dias, já que o tumor seria inoperável. Tentámos um terceiro vet que diagnosticou uma gengivite linfoplasmocitária, além de várias raízes não extraídas nas anteriores cirurgias, que a incomodavam muitíssimo. A biopsia não revelou tumor. Mais uma vez foi operada, para retirar as raízes que já não deviam lá estar.

De Tantos gatos!

Mas a Pêta, agora Clarinha Linguiça, continua a não conseguir comer se não estiver medicada, a gengivite é muito exuberante :( Está a fazer um último tratamento para ver se fica em condições para uma cirurgia a laser. Quando a inflamação não a incomoda demasiado, a Clarinha come muito bem e, graças às atenções dispensadas pelas várias amigas, tem tudo do melhor para as suas refeições. Muitas vezes, em alturas mais desesperadas, um menu de degustação: salmão, pato, ração hipo-alergénica ... E está instalada no meio de um jardim para poder sentir o ar nos bigodes.

(continua)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Velhos amigos

Enquanto esperamos pela adopção da Lara, aqui ficam alguns velhos amigos que escolheram voltar para a rua:

1) O menino Carlinhos




2) A Engrácia

3) A Verónica


entre a Verónica e a Engrácia mantém-se a principal diferença: pêlo mal-tratado ;)


4) A Basilinha



Dos meninos que voltaram para a rua só falta o San, nunca mais visto por nós, mas que a L.. assegura continuar por aqui.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Ao lusco-fusco...

... fomos libertar as meninas Engrácia e Verónica. Talvez nos tenham confundido com pessoas que abandonam gatos, cada uma de nós com uma transportadora, com ar furtivo.

Ao abrirmos as transportadoras, nem tempo tivemos para dizer 'boa-sorte', as meninas fugiram a 50 patas para fora dali.

Boa sorte, Engrácia e Verónica!

domingo, 15 de julho de 2007

A gata Engrácia

Cá está em casa, a gata Engrácia. Come como uma frieira e ainda bem, quando voltar para a rua não se sabe o que terá para comer...

Já lhe tirei o colar isabelino, levei patada, já tirou parte do penso da barriga e o penso que trazia na orelha. Continua brava, o que é bom, e fanhosa, o que é mau.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

As gémeas

Pois lá foram elas, a Verónica e a Engrácia (ou a Engrácia e a Verónica) a caminho do vet, conseguido pela Tia Filó.

Bravinhas... foi um sarilho para as pôr na transportadora. É um sarilho para as distinguir. Têm nome, mas não ajuda muito, são em quase tudo iguais: cor de pêlo e de olhos, sexo, tamanho :) O que as distingue: uma é fungosa, a outra tem o pêlo arruivado por causa do Sol.

Estavam mesmo grávidas, não era coisa pior. A operação correu bem e vieram de orelha cortada.

Estão agora em P.O. uma em cada casa, a fungosa (Engrácia ou Verónica) em minha casa, a ruiva (Verónica ou Engrácia) em casa da Claúdia.

Como agora é mais fácil, a fungosa que está em minha casa é a Engrácia; a ruiva, a Verónica :-)

A Verónica e a Engrácia a caminho do vet :-)