O gatinho Biscuit andava a coxear no parque de estacionamento de um Hospital, tão pequenito que mal se via :) Mas alguém viu e aqui está ele, depois de operado a uma fractura na cabeça do femur. Tem também fractura de bacia mas para isso é apenas necessário repouso. Vamos ver se a patita fica operacional e então estará para adopção. Por enquanto, apesar de coxinho, sempre que pode dá grandes corridas.
O Biscuit é um doce, como convém a um gatinho com este nome ;)
Get well soon, little B <3
3>
domingo, 25 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Três tigres nada tristes
Gatinhos que precisam de um lar para sempre e de alguma paciência no início. Nasceram em Agosto e vivem num quintal.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
O gato das docas
O Philip Morris apareceu numas docas onde nunca se viram gatos, ao contrário da maioria das restantes docas de Lisboa ou do mundo. Ele, um pratinho de comida e uma taça de água, reabastecidos todos os dias. Muito meigo quando na rua, agressivo quando enjaulado ou na presença de outros gatos, vai ser castrado e voltar para a rua.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Gomes, uma capinha e um bilhete
Vestido com uma capinha feita à mão e com um bilhetinho, o canito foi abandonado à porta de uma clínica veterinária. Velhote, reguila, sociável com outros cães. Uma família?
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
Babalu, pequenito atrevido
O pequeno Babalu andava a deambular pela rua, coisa nada adequada para um gatinho desta idade. Esperto como é, devia andar à procura de uma família como deve ser, daquelas que dão carinho, abrigo e não deixam os gatos por aí desamparados, sejam eles pequenos ou grandes.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Manuel António Pina 1943-2012
Há um deus único e secreto
em cada gato inconcreto
governando um mundo efémero
onde estamos de passagem
Um deus que nos hospeda
nos seus vastos aposentos
de nervos, ausências, pressentimentos,
e de longe nos observa
Somos intrusos, bárbaros amigáveis,
e compassivo o deus
permite que o sirvamos
e a ilusão de que o tocamos
"Os gatos", de Manuel António Pina
(in Como se desenha uma casa; ed. Assírio & Alvim, 2011) Fotos: Clara Azevedo/CLICKLIGHT
em cada gato inconcreto
governando um mundo efémero
onde estamos de passagem
Um deus que nos hospeda
nos seus vastos aposentos
de nervos, ausências, pressentimentos,
e de longe nos observa
Somos intrusos, bárbaros amigáveis,
e compassivo o deus
permite que o sirvamos
e a ilusão de que o tocamos
"Os gatos", de Manuel António Pina
(in Como se desenha uma casa; ed. Assírio & Alvim, 2011) Fotos: Clara Azevedo/CLICKLIGHT
domingo, 7 de outubro de 2012
Gatos do Oeste
Em férias também aparecem gatos. Dois gatos sem dono e sem futuro ali, que se mudaram para Lisboa. Depois de esterilizados, vão agora viver na colónia da Canela. Esperemos que por lá fiquem, que ficam bem.
sábado, 6 de outubro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Adeus, Matos!
Ontem Matolas deixou-nos, descansou enfim aquele corpo velho e gasto e assim terminou uma vida longa e feliz. Porque Matolas foi certamente feliz antes de o encontrarmos e espero que o tenha sido também, até ontem, connosco. Estava de bem com a vida e com o que a vida lhe dava. Dava-se bem com cães, com gatos e com pessoas. Deixava fazer todos os tratamentos, ficou num pátio como ficou numa casa, deixava gatinhos insuportáveis brincarem-lhe com a cauda e passarem-lhe por cima, nunca deu uma patada ou teve um momento de revolta. Há um tempo para tudo, a resistência e força infinitas que Matos, cão garboso, tinha na sua cabecinha e na sua cauda a dar a dar, não foram suficientes para tanta maleita que lhe afectava o corpo. E ajudámo-lo a partir…
Mila Malandreco, miador eterno, tem agora a companhia de Matolas, surdo que nem uma porta. Partiram como viveram: um a refilar, há 3 anos quase ao dia; o outro, serenamente. Tolas pode agora andar sempre em frente, sempre a subir, não haverá ninguém para o fazer mudar de direcção nem artroses a fazerem-lhe falhar as patas. Miles, também ele caminhante entusiástico, segui-lo-á com o seu andar dengoso sempre conversando, um amigo que nunca lhe vai dizer ‘Cala-te, Miles!’. Podem partilhar frango assado, bifes crus e junk food. Enfim, a match made in heaven <3>3>
Mila Malandreco, miador eterno, tem agora a companhia de Matolas, surdo que nem uma porta. Partiram como viveram: um a refilar, há 3 anos quase ao dia; o outro, serenamente. Tolas pode agora andar sempre em frente, sempre a subir, não haverá ninguém para o fazer mudar de direcção nem artroses a fazerem-lhe falhar as patas. Miles, também ele caminhante entusiástico, segui-lo-á com o seu andar dengoso sempre conversando, um amigo que nunca lhe vai dizer ‘Cala-te, Miles!’. Podem partilhar frango assado, bifes crus e junk food. Enfim, a match made in heaven <3>3>
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
A família von Trapp
Uma família sem abrigo que está agora abrigada. 3 laranjinhas e 3 tigradinhos e uma mamã deliciosa. Todos para adopção!
domingo, 12 de agosto de 2012
Carlinhos tripata
O Carlinhos é o único macho que não foi capturado na colónia da Canela nos idos de Fevereiro do ano passado. Apareceu há umas semanas com uma pata pendurada e foi agora finalmente capturado. A pata teve de ser amputada. Voltará para a colónia quando tirar os pontos e esperamos que não seja dificil a adaptação. Afinal, a pata já não estava operacional...
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Carochinha, uma gatinha atrevida
A Carochinha e a sua mana Formiguinha viviam numa zona industrial para onde fugiu a gata de uma amiga. Fomo-las vendo noite após noite, pequenitas e sós. Alimentámo-las e acabámos por as recolher. Teriam 4 ou 5 meses, no máximo. A Carochinha foi engordando sem que suspeitássemos de nada. Até ao dia em que olhámos com atenção: aquilo uma gata grávida. E precocemente atrevida! O problema resolveu-se e a Carochinha é agora uma jovem gatinha, ainda de tamanho pequeno, à espera de casa.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Uma barriga gorda
Um gato muito querido, que ficou meigo depois de uma fuga atribulada. Durante a qual até foi atingido por um chumbo de caçadeira.
Para adopção, claro!
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Família von Trapp
| De Tantos gatos! |
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Despejos
Alguém anda a despejar gatos já operados na colónia Desgraçada.
A colónia Desgraçada, por onde começou este blog há 5 anos, era uma colónia de gatos doentes, sem acesso a comida decente e que viviam numa zona suja e mal cheirosa. Apesar de todas as dificuldades iniciais, que se mantiveram durante anos, é agora uma colónia estável com tendência para redução, os gatos estão gordos e bem tratados, não há porcaria nem maus cheiros (que não os provocados pelos humanos). Foi legalizada. As vizinhas, que tanto se opuseram às capturas, são agora vigilantes atentas e gostam do resultado final.
Há cerca de 3 meses apareceu, fugazmente, um gato (gata?) novo na colónia. Como, além dos gatos residentes iniciais, têm aparecido gatos pontualmente ao longo dos anos (o Mirante, o Telhas, a Remédios), preparei-me para capturar o novo gato. Estava sempre escondido num barraco ou então em fuga pelas ruas, o que não lhe daria um futuro muito longo. Não se aproximava dos outros gatos e não o vi a comer. Numa das 2 ou 3 vezes que o vi, percebi que tinha a orelha cortada e ainda pensei se viria de outras colónias ali perto, também todas operadas. Que eu saiba, não vinha. Nunca mais o vi.
Há duas semanas, nova gata no pedaço. Desta vez, uma gata azul muito magra, muito assustada, sempre escondida numa casa em ruínas, aparecendo a medo para comer e sendo afugentada pelos gatos residentes. Uma das vigilantes atentas sugeriu que fosse a Francisca Cinza, mas não podia ser: pelo aspecto físico e pela forma de estar, que a Francisca Cinza não se assusta com nada. Vista melhor, tem a barriga rapada e uma orelha cortada. Juntando 1+1, alguém anda a despejar gatos operados na colónia Desgraçada. É um sítio muito visível, há muta gente que conhece a localização da colónia. Não haverá alguma ‘ética TNR’ que impeça esta prática porque, por exemplo, é quase nula a probabilidade de sobrevivência de gatos despejados assim em condições desconhecidas e adversas? Qual é o sentido de operar gatos, para lhes melhorar a vida e depois abandoná-los nestas circunstâncias? Talvez por ignorância/esperteza – ‘aqui têm comida e abrigo!’, ‘eles sobrevivem, são gatos de rua!’. Não, não sobrevivem. Não conhecem o sítio, não são aceites, não os deixam partilhar a comida, correm o risco muito real de serem atropelados.
Estatisticamente, mesmo quando bem planeadas e com tempo de habituação ao novo sítio, as recolocações de gatos só têm 30% de probabilidade de sucesso. Não planeadas, feitas com ignorância, são uma sentença de morte para os gatos. Mas quem faz isto não sabe ou não quer saber. Pobres gatos!
A colónia Desgraçada, por onde começou este blog há 5 anos, era uma colónia de gatos doentes, sem acesso a comida decente e que viviam numa zona suja e mal cheirosa. Apesar de todas as dificuldades iniciais, que se mantiveram durante anos, é agora uma colónia estável com tendência para redução, os gatos estão gordos e bem tratados, não há porcaria nem maus cheiros (que não os provocados pelos humanos). Foi legalizada. As vizinhas, que tanto se opuseram às capturas, são agora vigilantes atentas e gostam do resultado final.
Há cerca de 3 meses apareceu, fugazmente, um gato (gata?) novo na colónia. Como, além dos gatos residentes iniciais, têm aparecido gatos pontualmente ao longo dos anos (o Mirante, o Telhas, a Remédios), preparei-me para capturar o novo gato. Estava sempre escondido num barraco ou então em fuga pelas ruas, o que não lhe daria um futuro muito longo. Não se aproximava dos outros gatos e não o vi a comer. Numa das 2 ou 3 vezes que o vi, percebi que tinha a orelha cortada e ainda pensei se viria de outras colónias ali perto, também todas operadas. Que eu saiba, não vinha. Nunca mais o vi.
Há duas semanas, nova gata no pedaço. Desta vez, uma gata azul muito magra, muito assustada, sempre escondida numa casa em ruínas, aparecendo a medo para comer e sendo afugentada pelos gatos residentes. Uma das vigilantes atentas sugeriu que fosse a Francisca Cinza, mas não podia ser: pelo aspecto físico e pela forma de estar, que a Francisca Cinza não se assusta com nada. Vista melhor, tem a barriga rapada e uma orelha cortada. Juntando 1+1, alguém anda a despejar gatos operados na colónia Desgraçada. É um sítio muito visível, há muta gente que conhece a localização da colónia. Não haverá alguma ‘ética TNR’ que impeça esta prática porque, por exemplo, é quase nula a probabilidade de sobrevivência de gatos despejados assim em condições desconhecidas e adversas? Qual é o sentido de operar gatos, para lhes melhorar a vida e depois abandoná-los nestas circunstâncias? Talvez por ignorância/esperteza – ‘aqui têm comida e abrigo!’, ‘eles sobrevivem, são gatos de rua!’. Não, não sobrevivem. Não conhecem o sítio, não são aceites, não os deixam partilhar a comida, correm o risco muito real de serem atropelados.
Estatisticamente, mesmo quando bem planeadas e com tempo de habituação ao novo sítio, as recolocações de gatos só têm 30% de probabilidade de sucesso. Não planeadas, feitas com ignorância, são uma sentença de morte para os gatos. Mas quem faz isto não sabe ou não quer saber. Pobres gatos!
domingo, 29 de julho de 2012
Bones
O Bones foi encontrado à noite num dos acessos à ponte 25A em Alcântara, deitado no alcatrão sem se mexer. Foi recolhido e internado, muito fraquinho, hipotérmico, os olhos numa desgraça, imensa diarreia. Um esqueleto. Conseguiu recuperar bastante bem mas os olhos não vão ficar bons. De um deles já não deve ver nada, no outro tem uma sombra vítrea. É muito meiguinho e sossegado. E em princípio já tem uma óptima casa!
Subscrever:
Mensagens (Atom)











