Hoje, também, um pombo ficou preso na vidraça de uma janela, no 3º andar de uma casa abandonada, em Lisboa. Desde manhã, lá estava o pobre bicho, de cabeça para baixo, a tentar livrar a pata presa e ninguém fez nada. À tarde, uma senhora viu-o e chamou os Bombeiros. Que acorreram à chamada, com os meios necessários - vários bombeiros e dois carros, um com uma escada manual, outro com uma escada automática - e lá livraram o pombo da sua prisão.
Entre os aplausos do povo, reunido a observar tudo, e alguns, poucos, comentários: 'Que estupidez, tudo isto por um pombo!'. Para onde levar o pombo ferido, com uma pata destruída, foi o problema seguinte, para o que o sub-chefe, em comando das forças no local, queria instruções do Comando. Uma outra pessoa do público ofereceu-se para levar o pombo.
Esperemos que fique bem (embora perneta :D)!

Apareceu uma vizinha, a avó Mantorras, a mais maluca de todas as vizinhas. Devíamos ter estranhado, porque vinha com um saco vazio na mão. A sua única contribuição para a colónia é distribuir umas peles cruas de frango pela rua e faz sempre algum teatro fingindo-se muito amiga dos gatos. Como estava lá o Telhas, o único que gosta de festas e de andar ao colo, a avó Mantorras falava com o gato e de vez em quando baixava-se para, supúnhamos nós, lhe fazer festas.


Passou a chamar Bi-toque, por causa do barulho que faz quando anda :D









