quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A cotinha
domingo, 18 de janeiro de 2009
A Má > Amá > Amália :)
A Má é uma gata novinha que apareceu há alguns meses na colónia da casa abandonada. Passou a ser chamada Má porque dava patadas em todos os outros gatos, que nem se atreviam a comer antes dela. Para os humanos, deixava fazer festas e vinha ter comigo quando eu ia distribuir a comida. Como tem sido díficil capturar gatos nesta colónia (vidé o tema 'vizinhos), começou a tomar a pílula até termos oportunidade de a apanharmos.

Apanhámo-la ontem, apenas com uma transportadora. Vai ser operada amanhã. Será que se mostra meiga em cativeiro? :s

Apanhámo-la ontem, apenas com uma transportadora. Vai ser operada amanhã. Será que se mostra meiga em cativeiro? :s
sábado, 27 de dezembro de 2008
50
Chegámos aos 50. Gatos, não idade :) Dos últimos 8 gatos tivemos:
- sexo: 2 machos e 6 fêmeas;
- idade: 7 adultos e um(a) bébé;
- situação: 3 adoptados e 5 TNR.
Dos anteriores 7 em trânsito, 4 foram adoptados (Mistral, Suão, Aura e Quico), 2 eutanasiados (os queridos Sirocco e Zéfiro), um mantém-se em trânsito, o Luigi Encalhado. Que, a propósito, já não é um bébé, já foi castrado e continua doido e simpático.
Os gatos do jardim
Num jardim de um palacete de Lisboa chamaram o canil para retirar os gatos vadios que lá havia. Os funcionários do canil conseguiram capturar 5 e imagina-se o que sofreram antes de serem abatidos. Num jardim repleto de caixas para matar ratazanas. It makes a lot of sense!
A Cláudia conseguiu autorização para retirar os gatos que restavam e capturámos três:

a Farrusca, o Tareco e a Bolinhas
Ferals como não há muitos, foram operados e soltos numa das 'nossas' colónias. Esperamos que se mantenham por lá mas, pelo menos, demos-lhes uma oportunidade de viver.
A Cláudia conseguiu autorização para retirar os gatos que restavam e capturámos três:

a Farrusca, o Tareco e a Bolinhas
Ferals como não há muitos, foram operados e soltos numa das 'nossas' colónias. Esperamos que se mantenham por lá mas, pelo menos, demos-lhes uma oportunidade de viver.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Quico Patolas, adoptado (sort of)!
O Quico foi adoptado. Muitos meses e alguns quilos depois das suas aventuras, tem uma casa com mais três malvadinhos peludos. Não se dão muito bem, mas é o que se arranja.
Vamos ver se se porta bem e se emagrece um bocado :D
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
A Ritz
Mais uma gatita perdida, abandonada (?). Andava há alguns dias naquela rua, confirmaram as pessoas que lá vivem, que não a conheciam de lado nenhum, mas também não a ajudaram. Estava magrinha e tinha uma coleira. Foi recolhida por uma FAT amiga e foram distribuídos cartazes na tentativa de encontrar o dono.


Tem 1 ou 2 anos, é muito bonita e tem mau-feitio :D Marcou-se uma OVH mas já estava esterilizada. Não ficou para adopção, porque a Família de Acolhimento Temporário vai ser Família de Acolhimento Definitivo.
Happy end!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Conto de Natal
Capítulo I - Tenho um gato em casa
No final do dia 25 de Dezembro de 2003 voltei para casa, depois de ter ido passar o Natal com a minha família.
Abri a janela para arejar a casa, e por acaso olhei para fora. Num telhado junto à janela do andar de baixo estava um gato, que eu nunca tinha visto ali. Pensei que ele se fosse embora, mas no dia seguinte ainda lá estava, e no outro também.
Fiquei preocupada, ele não tinha nem comida nem água. Comecei a pendurar pratinhos com comida e água, e a seguir atirei um saco de desporto aberto, com mantinhas lá dentro, porque estava tanto frio... Um dia, alguém abriu a janela do andar de baixo, que estava desocupado, e o gato entrou. Quando tentaram expulsá-lo da casa, e enxotá-lo para a rua, ele subiu as escadas e veio encostar-se à minha porta. Eu abri a porta, e ele entrou.
Não sabia se ele era meigo ou bravo, mas na altura nem me preocupei com isso. Arranjei-lhe um alguidar com areia, umas tacinhas de comida, e deixei-o sossegado no seu cantinho, enquanto telefonava para associações de protecção a animais e pedia que o recebessem.
Todas as associações me pediram para esperar, estavam lotadas. Na altura não sabia, mas agora sei que muita gente aproveita a época de Natal, tal como a de verão, para abandonar os seus animais, e os abrigos enchem-se desses bichinhos tristes e assustados.
Uns dias depois, e sem aviso, o gato levanta-se, vem na minha direcção, e começa a dar-me turrinhas. Fiquei tão contente, não propriamente por ele ser meigo, mas mais por ter confiado em mim!Claro que a partir daí ficou por cá; foi o meu primeiro gato, é o meu Chibbito.
Capítulo II - o Chibbito tem FIV
Durante algum tempo tudo esteve bem. O Chibbito comia, dormia no meu colo, tinha um comportamento perfeitamente normal para gato, a não ser o medo da rua que ainda hoje tem.
Um dia reparei que ele não tinha comido quase nada. Passaram-se mais alguns dias, e continuava a comer muito menos. Levei-o ao veterinário mais próximo, que reparou logo que ele tinha uma enorme gengivite, a boca quase toda inflamada, e alguns dentes em muito mau estado. As dores na boca impediam-no de se alimentar. Foi medicado imediatamente, mas o veterinário pediu-me para retirar sangue ao Chibbito, para fazer um teste do qual eu nunca tinha ouvido falar. Quando vieram os resultados, soubemos que ele era positivo a FIV.
O veterinário fez-me um quadro muito negro daquela doença: disse que era igual à SIDA dos seres humanos, disse que se podia pegar facilmente a outro gato, disse que ele não viveria muito tempo, mas que ia tentar controlar a infecção na boca.
Passou-se um mês, em que fui dia sim, dia não com o Chibbito levar injecções, mais uns quantos medicamentos, mas a infecção não melhorou, pelo contrário. O Chibbito já não parecia o mesmo gatinho. Estava magro, desconfiado, assustado, fugia de mim. O veterinário começou a falar-me em abate.
Lembro-me muito bem da minha aflição na altura, quando não percebia absolutamente nada de doenças de gatos, e só queria que o meu bichinho vivesse e fosse feliz. E tinha um veterinário a dizer-me que era melhor a eutanásia.
No meio do desespero, procurei um hospital veterinário. Não porque achasse que eram melhores (nem me passou tal coisa pela cabeça, afinal eram todos veterinários), mas porque poderiam interná-lo, e quem sabe dessa maneira ele pudesse sobreviver. E aqui mudou a história.
Capítulo III - o Chibbito tem FIV, mas não há problema!!!!
Imaginem o meu estado quando cheguei com o Chibbito ao hospital: aflita, desanimada, a achar que ele seria imediatamente intenado e que o caso dele era mesmo muito grave e urgente.
Expliquei a situação à pessoa que estava no atendimento, que permaneceu muito calma, e não chamou ninguém. Em vez disso pediu-me para esperar na sala, enquanto fazia a ficha do Chibbito. "Temos cá muitos casos desses", disse ela com um ar simpático e condescendente. Eu achei aquilo tudo muito estranho. Esperei algum tempo, até chegar a nossa vez, e lá fomos nós.
Os veterinários abriram-lhe a boca, deram-lhe imediatamente um medicamento injectável, com uma destreza que eu nunca tinha visto. Receitaram vários remédios para ele tomar, incluindo antidepressivos, que se justificavam perfeitamente no caso dele, mas que eu nem sabia que existiam para animais. Deram-me também um medicamento para estimular o sistema imunitário, que hoje eu reconheço como um medicamento comum para casos destes, mas do qual o outro veterinário também não me tinha falado. Mandaram-no para casa e marcaram uma cirurgia para daí a uns dias, para remover os dentes em mau estado. Nunca me falaram em eutanásia. Disseram-me que ele ia viver tantos anos como outro gato qualquer.
Explicaram-me que poderia ter outros gatos desde que estivessem todos castrados e se dessem bem, porque o contágio do FIV é praticamente impossível nessas condições (vejam o folheto informativo em anexo).
Pouco a pouco o Chibbito foi recuperando, fisica e psicologicamente. Em alguns meses tornou-se num gatarrão como eu nunca tinha conhecido antes. Desde que foi tratado nunca mais teve nenhum sintoma ou recaída. Tenho mais 3 gatas, todas esterilizadas, com quem ele convive em grande harmonia. Costumo ter bebés para adopção, que recolho da rua, e que o Chibbito adora e lambe de alto a baixo. Não há qualquer perigo de transmissão do FIV por estas lambidelas.
Este é o meu Chibbito, um lindo gato que poderia ter sido eutanasiado há anos se eu não tivesse procurado uma segunda hipótese.
Conclusão
Infelizmente, nem todos os veterinários estão bem informados e actualizados, tal como acontece em qualquer outra profissão.
Em relação ao FIV, em particular, criaram-se preconceitos e confusões que tiram a vida a animais, e que deixam os donos traumatizados e em pânico.
Para qualquer doença grave que aflija pessoas ou animais, deve pedir-se sempre uma segunda opinião. Para o FIV em particular, não deixem que ninguém vos diga o que me disseram a mim "É FIV, não há nada a fazer". Pelo contrário, há muito a fazer. E o primeiro passo é informar as pessoas, para que muitas vidas se salvem.
Olhem para o Chibbito. Não valeu a pena?
Sara Nobre, Dezembro de 2008
No final do dia 25 de Dezembro de 2003 voltei para casa, depois de ter ido passar o Natal com a minha família.
Abri a janela para arejar a casa, e por acaso olhei para fora. Num telhado junto à janela do andar de baixo estava um gato, que eu nunca tinha visto ali. Pensei que ele se fosse embora, mas no dia seguinte ainda lá estava, e no outro também.
Fiquei preocupada, ele não tinha nem comida nem água. Comecei a pendurar pratinhos com comida e água, e a seguir atirei um saco de desporto aberto, com mantinhas lá dentro, porque estava tanto frio... Um dia, alguém abriu a janela do andar de baixo, que estava desocupado, e o gato entrou. Quando tentaram expulsá-lo da casa, e enxotá-lo para a rua, ele subiu as escadas e veio encostar-se à minha porta. Eu abri a porta, e ele entrou.
Não sabia se ele era meigo ou bravo, mas na altura nem me preocupei com isso. Arranjei-lhe um alguidar com areia, umas tacinhas de comida, e deixei-o sossegado no seu cantinho, enquanto telefonava para associações de protecção a animais e pedia que o recebessem.
Todas as associações me pediram para esperar, estavam lotadas. Na altura não sabia, mas agora sei que muita gente aproveita a época de Natal, tal como a de verão, para abandonar os seus animais, e os abrigos enchem-se desses bichinhos tristes e assustados.
Uns dias depois, e sem aviso, o gato levanta-se, vem na minha direcção, e começa a dar-me turrinhas. Fiquei tão contente, não propriamente por ele ser meigo, mas mais por ter confiado em mim!Claro que a partir daí ficou por cá; foi o meu primeiro gato, é o meu Chibbito.
Capítulo II - o Chibbito tem FIV
Durante algum tempo tudo esteve bem. O Chibbito comia, dormia no meu colo, tinha um comportamento perfeitamente normal para gato, a não ser o medo da rua que ainda hoje tem.
Um dia reparei que ele não tinha comido quase nada. Passaram-se mais alguns dias, e continuava a comer muito menos. Levei-o ao veterinário mais próximo, que reparou logo que ele tinha uma enorme gengivite, a boca quase toda inflamada, e alguns dentes em muito mau estado. As dores na boca impediam-no de se alimentar. Foi medicado imediatamente, mas o veterinário pediu-me para retirar sangue ao Chibbito, para fazer um teste do qual eu nunca tinha ouvido falar. Quando vieram os resultados, soubemos que ele era positivo a FIV.
O veterinário fez-me um quadro muito negro daquela doença: disse que era igual à SIDA dos seres humanos, disse que se podia pegar facilmente a outro gato, disse que ele não viveria muito tempo, mas que ia tentar controlar a infecção na boca.
Passou-se um mês, em que fui dia sim, dia não com o Chibbito levar injecções, mais uns quantos medicamentos, mas a infecção não melhorou, pelo contrário. O Chibbito já não parecia o mesmo gatinho. Estava magro, desconfiado, assustado, fugia de mim. O veterinário começou a falar-me em abate.
Lembro-me muito bem da minha aflição na altura, quando não percebia absolutamente nada de doenças de gatos, e só queria que o meu bichinho vivesse e fosse feliz. E tinha um veterinário a dizer-me que era melhor a eutanásia.
No meio do desespero, procurei um hospital veterinário. Não porque achasse que eram melhores (nem me passou tal coisa pela cabeça, afinal eram todos veterinários), mas porque poderiam interná-lo, e quem sabe dessa maneira ele pudesse sobreviver. E aqui mudou a história.
Capítulo III - o Chibbito tem FIV, mas não há problema!!!!
Imaginem o meu estado quando cheguei com o Chibbito ao hospital: aflita, desanimada, a achar que ele seria imediatamente intenado e que o caso dele era mesmo muito grave e urgente.
Expliquei a situação à pessoa que estava no atendimento, que permaneceu muito calma, e não chamou ninguém. Em vez disso pediu-me para esperar na sala, enquanto fazia a ficha do Chibbito. "Temos cá muitos casos desses", disse ela com um ar simpático e condescendente. Eu achei aquilo tudo muito estranho. Esperei algum tempo, até chegar a nossa vez, e lá fomos nós.
Os veterinários abriram-lhe a boca, deram-lhe imediatamente um medicamento injectável, com uma destreza que eu nunca tinha visto. Receitaram vários remédios para ele tomar, incluindo antidepressivos, que se justificavam perfeitamente no caso dele, mas que eu nem sabia que existiam para animais. Deram-me também um medicamento para estimular o sistema imunitário, que hoje eu reconheço como um medicamento comum para casos destes, mas do qual o outro veterinário também não me tinha falado. Mandaram-no para casa e marcaram uma cirurgia para daí a uns dias, para remover os dentes em mau estado. Nunca me falaram em eutanásia. Disseram-me que ele ia viver tantos anos como outro gato qualquer.
Explicaram-me que poderia ter outros gatos desde que estivessem todos castrados e se dessem bem, porque o contágio do FIV é praticamente impossível nessas condições (vejam o folheto informativo em anexo).
Pouco a pouco o Chibbito foi recuperando, fisica e psicologicamente. Em alguns meses tornou-se num gatarrão como eu nunca tinha conhecido antes. Desde que foi tratado nunca mais teve nenhum sintoma ou recaída. Tenho mais 3 gatas, todas esterilizadas, com quem ele convive em grande harmonia. Costumo ter bebés para adopção, que recolho da rua, e que o Chibbito adora e lambe de alto a baixo. Não há qualquer perigo de transmissão do FIV por estas lambidelas.
Este é o meu Chibbito, um lindo gato que poderia ter sido eutanasiado há anos se eu não tivesse procurado uma segunda hipótese.
Conclusão
Infelizmente, nem todos os veterinários estão bem informados e actualizados, tal como acontece em qualquer outra profissão.
Em relação ao FIV, em particular, criaram-se preconceitos e confusões que tiram a vida a animais, e que deixam os donos traumatizados e em pânico.
Para qualquer doença grave que aflija pessoas ou animais, deve pedir-se sempre uma segunda opinião. Para o FIV em particular, não deixem que ninguém vos diga o que me disseram a mim "É FIV, não há nada a fazer". Pelo contrário, há muito a fazer. E o primeiro passo é informar as pessoas, para que muitas vidas se salvem.
Olhem para o Chibbito. Não valeu a pena?
Sara Nobre, Dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Yumi - Quando ele era ela
Lembram-se do pequeno Albanito Brás? Pois é, já depois de ter sido adoptado, chegou-se à conclusão de que afinal era uma "albanita" :) De Ahoshi, o seu nome passou a Yumi. Porta-se como uma princesinha de torneio medieval, observando os outros dois gatitos a disputar a sua atenção.
Aqui está a menina na casa nova, sózinha e com os dois manos:


Aqui está a menina na casa nova, sózinha e com os dois manos:
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Olinda
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Os gatos do Sr. F.
'O Sr. F. alimenta uns gatos de rua e quer esterilizá-los.', disse-me a A., que tinha acabado de recolher um bébé muito corizento da última ninhada de umas das gatas em causa.
Havia sítio para fazer o P.O. - a oficina do Sr. F.-, pessoas que colaboravam e que concordavam plenamente com a esterilização de animais de rua. E, espanto maior, isto tudo neste mesmo bairro onde nos impedem de capturar gatos :)
Assim começou o primeiro projecto de 'Levamos o TNR a sua casa!' Com uma organização fabulosa, passe a imodéstia, lá fomos as duas, a SaraN e a A. Fornecemos o know-how ;) e a logística (jaulas, armadilhas, tabuleiros, comedouros, bebedouros, mantas e transportadoras), cápturamos 6 gatos (aí, o trabalho foi mais da SaraN), marcámos as operações, levámos e trouxemos os gatos ao veterinário que os operou, os AdR pagaram as 5 esterilizações e a castração. E temos agora a Nina, a Pinta, a Santa, a Maria, a Ostra e o Afonso de volta à rua, livres das lutas para acasalamento e de uma vida de ninhadas sem fim e de crias pouco saudáveis.
Ainda faltam mais uns 4 gatos, quem sabe retomamos em Janeiro...
Havia sítio para fazer o P.O. - a oficina do Sr. F.-, pessoas que colaboravam e que concordavam plenamente com a esterilização de animais de rua. E, espanto maior, isto tudo neste mesmo bairro onde nos impedem de capturar gatos :)
Assim começou o primeiro projecto de 'Levamos o TNR a sua casa!' Com uma organização fabulosa, passe a imodéstia, lá fomos as duas, a SaraN e a A. Fornecemos o know-how ;) e a logística (jaulas, armadilhas, tabuleiros, comedouros, bebedouros, mantas e transportadoras), cápturamos 6 gatos (aí, o trabalho foi mais da SaraN), marcámos as operações, levámos e trouxemos os gatos ao veterinário que os operou, os AdR pagaram as 5 esterilizações e a castração. E temos agora a Nina, a Pinta, a Santa, a Maria, a Ostra e o Afonso de volta à rua, livres das lutas para acasalamento e de uma vida de ninhadas sem fim e de crias pouco saudáveis.
Ainda faltam mais uns 4 gatos, quem sabe retomamos em Janeiro...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Uma velhota com sorte!
Ao apelo que fizemos para a Thera, respondeu rapida e generosamente a F. Vóvó Thera passou a ser Thery, já foi esterilizada e foram-lhe retirados os tumores mamários (tinha mais do que inicialmente detectado), está em recuperação e muito, muito mimada.
Parece que está a viver uma segunda infância :) Segundo a dona, vai viver mais uns tantos anos, a nossa vóvó!
Parece que está a viver uma segunda infância :) Segundo a dona, vai viver mais uns tantos anos, a nossa vóvó!
domingo, 23 de novembro de 2008
O Pinoco já tem casa!
O gato Pinoco foi hoje para a sua nova casa. Acabou assim a sua vida na rua, onde não estava bem, não é?
Agradecemos a divulgação aos Animais de Rua, onde a T. viu o anúncio do Pinoco.
Sê feliz, gato tímido com ódio a transportadoras!
Agradecemos a divulgação aos Animais de Rua, onde a T. viu o anúncio do Pinoco.Sê feliz, gato tímido com ódio a transportadoras!
domingo, 16 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Albanito também já tem casa!

Pouco a pouco (e muito lentamente) os nossos penduras vão sendo adoptados: foi a vez do pequeno Albanito Brás ir para a sua casinha! Foi adoptado por um casal e uma criança e tem ainda dois manos peludos para brincar.
Agora chama-se Aoshi, que quer dizer liberdade, em japonês.
A foto é desactualizada, mas fica o registo enquanto não temos fotos na casa nova.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
A Thera
A Thera é uma gatinha de 13 anos, da qual a dona se queria "desfazer", e que ainda chegou a pôr na rua. Voltou a recolhê-la, não por algum tipo de remorso, mas porque a gatita conseguiu voltar a entrar no prédio e a vizinhança começou a falar. Mas a Thera já tinha o destino traçado: esperar que o genro da dona passasse lá por casa e a levasse para "resolver o assunto" (como aliás já tinha sucedido, anos antes, com um cãozito).
A Pantera, nome muito adequado para uma gata tricolor, foi recolhida 'in-extremis' pela I. (a quem não podemos agradecer mais!). Trouxe consigo, como resultado de uma longa vida em comum, um pacote com um pouco de ração Friskie e uma tonelada de pulgas (apesar de não ir à rua). Revelou-se um doce de gatinha, embora muito assustada por ter tantas mudanças na sua vida em tão pouco espaço de tempo. Nestes bairros sabe-se tudo e sabemos que era regularmente espancada pela dona, de tal modo que tem a maior parte dos dentes partidos. Uma das razões para a expulsão, seria a Thera não fazer xixi no tabuleiro, o que até agora, não tem acontecido.
Uma visita ao veterinário para avaliar o seu estado de saúde descobriu um tumor mamário de alguma dimensão. Vai ser operada para ser esterilizada e remover a cadeia mamária, mas devido à sua idade (e, sobretudo, às condições de vida a que esteve sujeita), deverá fazer exames médicos prévios. Tudo isto vai sair muito caro, pelo que vamos precisar de ajuda monetária para tratar a Thera. Além do apoio monetário, precisávamos também de uma FAT que substitua a I. Neste momento, não temos espaço para acolher mais nenhum gato. Quando (se?) algum dos 6 penduras for adoptado, a Thera pode ficar com uma nós. Ao ritmo a que os nossos penduras são adoptados, isto pode levar ainda algum tempo. Responsabilizamo-nos por idas e vindas ao veterinário, ração, areia, tudo o que for necessário para a Thera ficar bem instalada.
Uma visita ao veterinário para avaliar o seu estado de saúde descobriu um tumor mamário de alguma dimensão. Vai ser operada para ser esterilizada e remover a cadeia mamária, mas devido à sua idade (e, sobretudo, às condições de vida a que esteve sujeita), deverá fazer exames médicos prévios. Tudo isto vai sair muito caro, pelo que vamos precisar de ajuda monetária para tratar a Thera. Além do apoio monetário, precisávamos também de uma FAT que substitua a I. Neste momento, não temos espaço para acolher mais nenhum gato. Quando (se?) algum dos 6 penduras for adoptado, a Thera pode ficar com uma nós. Ao ritmo a que os nossos penduras são adoptados, isto pode levar ainda algum tempo. Responsabilizamo-nos por idas e vindas ao veterinário, ração, areia, tudo o que for necessário para a Thera ficar bem instalada.
Acima de tudo, a Thera precisa de uma Família a sério, que possa dar-lhe um resto de vida com o amor e carinho que só agora está a ter. Ela saberá agradecer.
domingo, 2 de novembro de 2008
Mais uma Vicentinha com casa
Hoje foi o dia de levar a Aura à casa dos donos. Contentes porque a gatinha ficou bem e foi para isso que a tirámos da rua.
Mas custa sempre, ainda mais quando se assistiu à transformação da Aurinha, gatinha assustada e quase fera-máxima, há umas semanas, agora já um doce de gata.
Sê feliz, querida!
Sê feliz, querida!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
O gato Pinoco
O gato Pinoco, já castrado, continua connosco. Porque se revelou meigo, porque sendo meigo nos custava voltar a pô-lo na rua; ainda tentámos saber se alguém o procurava... ninguém, esperança vã, mais um que ficou sem casa. Sem sítio para o manter até ser adoptado, foi testado para entrar para a UZ. Resultado do teste: FIV+. O que fazer: UZ, rua, FAT? Na UZ, ficaria uma eternidade, sem ser adoptado; na rua, continuava a custar-nos e a custar-nos cada vez mais; está por isso em FAT, Família de Acolhimento Temporário, sublinhando o temporário.

No início, deixava fazer festas mas estava sempre recolhido em cima do micro-ondas, muito tímido. Agora já anda à vontade, fica à janela, vai até à porta e faz grandes raves com o cobertor durante a noite.
Como gato amarelo (laranja), haveria imensos adoptantes. Mas ser FIV+ é um estigma que não é fácil de ultrapassar. Já temos o Quico, com o mesmo estigma, também grande e muito bonito.
Bem, não há-de ser nada, havemos de conseguir :D

No início, deixava fazer festas mas estava sempre recolhido em cima do micro-ondas, muito tímido. Agora já anda à vontade, fica à janela, vai até à porta e faz grandes raves com o cobertor durante a noite.
Como gato amarelo (laranja), haveria imensos adoptantes. Mas ser FIV+ é um estigma que não é fácil de ultrapassar. Já temos o Quico, com o mesmo estigma, também grande e muito bonito.
Bem, não há-de ser nada, havemos de conseguir :D
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Sammy, um rapaz crescido
O Sammy, ex-pequeno Elias, já é um gato grande e chegou a altura de ser castrado. A dona, cuidadosa, tratou de tudo como deve ser e... o Sammy, rapaz sempre espalhafatoso, não podia simplesmente ser castrado, tinha de arranjar complicações: um testículo incluso.
Tadinho! Estão a ver como estava bem disposto? :D
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