domingo, 8 de julho de 2007

A colónia ou, mais exactamente, as colónias

Ainda não explicámos que colónia ou quais colónias. Porque, na verdade, são várias.
  1. A da casa em ruínas, de onde veio a gatinha Desgraçada; maioritariamente, gatos pretos; é muito mal alimentada;
  2. A da casa amarela, de onde vieram os gatitos Paloma e San; maioritariamente, gatos pretos; é alimentada pela L..
  3. A da Claúdia;
  4. A minha.

No total, mais de 30 gatos. Ninhadas também há, pelo menos uma, a da Basilinha, que não apanhámos a tempo.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Soltei o San

Hoje de manhã, o gatito San foi devolvido ao habitat natural, mais leve e a miar fininho.
Levei a máquina fotográfica para registar o momento e uma latinha de comida, não fosse o rapaz ter fome. Quando abri a transportadora, após um breve segundo de hesitação, eis que o San sai qual Lucky Luke, mais rápido que a própria sobra! Nem tive tempo de ligar a máquina e registar o momento condignamente...
Sê feliz, gatinho!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

O gato San

Pois! É gato, agora mais leve, já operado.


É um gato muito bonito e novo. Está em P.O. em casa da Claúdia e voltará à rua na sexta-feira.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Mais um ou mais uma?

Decididas a avançar, aí fomos nós de armadilha em punho, armadilha emprestada pela Tia Alex. Novas tecnologias, os gatos comeram as latas todas DENTRO da armadilha, montámos e desmontámos várias vezes o aparelho infernal, em frente dos ditos cujos gatos, e nada! Continuavam a entrar, comer e sair.




Montámos a armadilha mais uma vez, já sem esperanças e fomos dar um passeio. A Claúdia queria mostrar-me uma outra gatita. Ainda bem que levámos reforços, o J, e que o J ficou perto da armadilha. Quando voltámos, voilà, um gato dentro da armadilha e PRESO. O J até a tinha coberto com um pano para o gato não se assustar tanto. E aí pensámos alto: É gato ou gata? Não sabíamos e ontem não ficámos a saber.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

O método



Importante nestas capturas, o método.

A primeira entrou na armadilha, já estávamos nós desesperadas, e ainda mais desesperadas ficámos porque a armadilha não disparou. Eu consegui aproximar-me e tocar no dispositivo que faz cair a porta. A segunda foi apanhada pelo cachaço, a armadilha estava montada mas nenhum gato se aventurou a entrar, uma gatita branca esteve quase mas havia sempre um popular a interromper a caçada.

Ontem, planeámos mais uma acção de captura. Foi o descalabro! Os gatos gozaram connosco o tempo todo: entravam, comiam à vontade e saíam quando já saciados :-) Aparece a L.. e diz 'eu consigo apanhar alguns gatos à mão!' Eu e a Claúdia ficámos ao mesmo tempo satisfeitas e assustadas: pelo menos conseguíamos apanhar um gato, estávamos por tudo, mas um gato apanhado à mão deve ser meigo, não conseguimos sair do TNnR.

A indecisão fez-nos ir para casa pensar. Vai ser assim a táctica: utilizar a L.. como armadilha e olear a armadilha para substituir a L.. quando já não houver gatos meigos para apanhar. E esperar que gatos meigos na rua se tornem 'silvestres' em casa.

A história da Paloma

A Paloma foi a primeira gata caçada por mim e pela Luísa numa colónia em Alfama. Meiga até mais não, nem pensar em a menina voltar para a rua (onde já andava há quatro anos)! Teve a sorte de encontrar uma dona 5 estrelas, que queria um gatinho que não fosse bébé... E lá foi a menina. Temos notícias regularmente, está boa da constipação que trazia, segue a dona como se fosse um cãozinho e adaptou-se lindamente à sua nova vida, estando cada vez mais meiga e ronroneira.

A gatita Paloma

Decididas a tentar melhorar as condições de tantos gatos de rua, avançámos sem medo para os restantes gatos do bairro ;)


Apanhámos a gatita Paloma pelo cachaço. Não é linda? A tia Alex tratou da esterilização, a Claúdia fez o P.O.

O início

Encontrei uma gatita de rua com muito mau aspecto. Falei com a Claúdia e apanhámo-la, levámo-la à veterinária. Não era possível salvá-la.